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Orçamento bottom-up: o que é e como funciona esse modelo

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O orçamento bottom-up é um modelo de gestão moderno e que cresceu bastante nos últimos anos. Ele pode trazer novas perspectivas para a cultura empresarial e, com isso, conduzi-la a outros patamares.

No entanto, definir qual será o modelo de gestão utilizado por um negócio é uma decisão muito importante para a instituição, e a escolha certa vai variar de empresa para empresa. 

Quer entender se faz sentido para você adotar ou não o orçamento bottom-up na sua organização? Então continue a leitura. Neste artigo, vamos compartilhar as principais informações sobre o assunto. 

Índice – Neste artigo, você encontrará:

O que é bottom-up?

Em tradução livre para o português, bottom-up significa “de baixo para cima”, o que já explica um pouco o seu processo. Isso porque esse modelo de gerenciamento acontece em uma linha vertical, do micro para o macro.

Embora os gestores e administradores ainda tenham o peso da palavra final dentro da empresa, através dessa abordagem todos os funcionários e departamentos podem ser ouvidos, sugerir ideias e participar das mudanças e intervenções dentro da companhia.

Como funciona o modelo de gestão bottom-up?

Nesse modelo de gestão, as decisões não são tomadas unilateralmente. A eficácia do bottom-up é alcançada por meio da interação contínua entre o núcleo administrativo e seus funcionários.

Além de deixar menos evidente os moldes hierárquicos empresariais, o bottom-up explora o potencial criativo de seus funcionários para a solução de problemas e a concepção de novas ideias.

Imagine o seguinte cenário: em determinada empresa surge a necessidade de melhoria na área de controladoria. O gestor do setor leva a pauta até o CEO que prontamente decide apostar nessa ideia. 

Durante uma reunião com os profissionais do setor de finanças, o gestor e o CEO ouvem a dica de um funcionário sobre o software AllStrategy Plano, que pode ser a solução para as demandas do negócio. 

Gestor e CEO consideram a informação dada, analisam a viabilidade da contratação do novo software e concluem que é a melhor opção do mercado.

O exemplo dado acima é uma síntese explicativa de como o bottom-up funciona dentro de uma organização.

Vantagens da gestão bottom-up

Uma das maiores vantagens do modelo bottom-up está relacionada ao bem-estar psicológico dos funcionários. Ao serem ouvidos, eles se sentem mais valorizados, o que aumenta seu engajamento nas decisões e na cultura da empresa.

Deste modo, os funcionários ficam mais motivados, o que resulta em uma produtividade melhor e reduz a taxa de turnover do seu negócio.

A seguir, listamos as principais vantagens da abordagem bottom-up:

  • Alinhamento interno entre os departamentos melhorado;
  • Maior envolvimento dos funcionários;
  • Maior índice de insights e ideias criativas para solucionar problemas;
  • Maior flexibilidade para solucionar problemas; e
  • Resposta mais ágil para problemas específicos.

Desvantagens da gestão bottom-up

No bottom-up, a tomada de decisões pode levar mais tempo para ser alinhada e a comunicação entre os departamentos exige um tempo maior para ser transmitida.

As desvantagens dessa abordagem são:

  • Demora para definir e alinhar o planejamento estratégico;
  • Possível incidência de ruídos na comunicação interna;
  • Necessidade de otimizar o processo de comunicação interna; e
  • Pode gerar atritos, competitividade, rivalidade e desgastes entre os funcionários.

Quais as diferenças entre bottom-up e top-down?

Indo na contramão do modelo bottom-up, existe a abordagem top-down. Esta última ainda é predominante dentro das companhias. Nela, as decisões são tomadas diretamente pelo núcleo administrativo de um negócio, ou seja, elas acontecem num fluxo hierárquico “de cima para baixo”.

Deste modo, gestores da alta liderança tomam as decisões sem interferência de outros departamentos, elas são, somente, repassadas aos colaboradores.

Retomemos o exemplo da controladoria que precisa melhorar sua performance. Na abordagem top-down, o gestor leva a necessidade do setor para os diretores e estes fazem suas próprias análises e decidem qual será o melhor software para a empresa adquirir e aplicar na controladoria.

Leia também: Top-down e bottom-up: o que são, diferenças e exemplos

Como adotar o modelo top-down na sua empresa?

Em 2021, uma pesquisa realizada pela Olivia, consultoria especializada em processos de transformação organizacional, apontou que 48% das empresas utilizam o modelo top-down. Ou seja, este modelo é bastante comum e implementado pelas empresas.   

Deseja adotar no seu negócio? Antes de tudo, tenha uma hierarquia bem definida e transmita para todos os funcionários que as decisões ficam sob responsabilidade dos cargos administrativos mais altos.

Portanto, é essa “alta cúpula” quem vai definir a cultura, as diretrizes e as estratégias de um negócio.

Um grande diferencial para adotar o modelo top-down é investir nas pessoas que serão os responsáveis pela empresa. Construir um corpo de bons gestores é fundamental, mas para que essa abordagem tenha maior eficácia eles também precisam ser bons líderes.

Além de investir em pessoas, é importante contar com ferramentas que facilitem os processos da empresa. 

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Tags: controladoria, Plano

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