Investimentos e contratos: como planejar esses valores?

Em algum momento do planejamento organizacional e de estratégias, uma empresa (independente do porte) terá de decidir entre investir ou contratar determinado serviço ou produto.

Isso faz parte de ações ligadas ao desenvolvimento, sendo importante para os negócios. Afinal, seja qual for a escolha, é necessário avaliar com cuidado qual é a melhor opção: investimentos ou contratos?

Essa é uma decisão que impacta diretamente na DRE e no fluxo de caixa, o que significa atenção redobrada para “fechar negócios”, de forma a não causar prejuízos financeiros e comprometer as estratégias adotadas até então. Um erro de cálculo pode refletir em anos de ações perdidas e atrasar o desenvolvimento da empresa.

A partir deste artigo, você vai entender o que são contratos e investimentos, qual o impacto dessas escolhas e como a tecnologia tende a ser um auxílio significativo neste processo.

 

O que são contratos?

Contextualizado: o primeiro registro de um contrato na história foi na Roma Antiga, pelos juristas Gaio e Piano, para a prática de trocas de bens entre pessoas. O conceito evoluiu em 1988 com o livro “O Contrato”, e deixou de restringir-se apenas ao âmbito jurídico. Assim, passou a abordar também questões financeiras, já que os contratos estão relacionados direta ou indiretamente com valores monetários.

Contratos dividem-se entre dois tipos: obrigação e recebíveis. Um contrato de aluguel é um exemplo de obrigação, pois é um compromisso firmado por você para com outra pessoa ou empresa. Já no contrato de recebíveis, o processo é inverso: um contrato de software ou serviços terceirizados, são exemplos de recebíveis em que a outra parte tem a obrigação de cumprir com o pagamento.

 

O que são investimentos?

Já no século XVII, surge o termo “investire” na Itália, que significa “vestir o capital de outra forma”, dando origem ao que conhecemos atualmente. Os investimentos não se limitam à bolsa de valores, como é o exemplo do CAPEX, abreviatura para Capital Expenditure ou despesas de capitais no âmbito empresarial.

O CAPEX diz respeito ao aumento da capacidade produtiva, ou seja, para ampliar a produção de determinado produto ou serviço. O investimento pode ser direto, como máquinas para uma indústria, ou, ainda, indireto, como é o exemplo dos carros do Google para atualizar as imagens do Google Maps.

 

Depreciação e amortização: considere nos seus cálculos

É importante considerar a depreciação na gestão orçamentária, pois alguns bens podem sofrer com a depreciação e perder o seu valor original de compra. Uma máquina industrial, por exemplo, não terá a mesma capacidade de produção após um longo período, o que diminuirá o seu valor de venda.

Já a amortização impacta diretamente em bens intangíveis, como sistemas operacionais, por exemplo. Ainda que um sistema não sofra depreciação após seu uso, quando um sistema mais atualizado é lançado, a versão anterior sofre com a amortização. Isso impacta no planejamento orçamentário, já que será necessário manter o seu sistema na versão mais atual.

 

Tomada de decisão: contrato ou investimento?

Para toda decisão, é importante considerar o contexto e quais os planos futuros para o negócio. Tomamos como exemplo: se a sua empresa tem um ritmo de crescimento acelerado ou, ainda, possui demanda variável; a resposta deve ser levada em conta antes de definir entre investir em um novo escritório ou contratar um espaço. Afinal, esta decisão irá repercutir no negócio.

Alguns segmentos contam com um volume bastante alto de vendas em determinados períodos (como datas comemorativas). Investir em um espaço maior pode ser necessário nessas épocas, entretanto, seu uso não seria utilizado fora de períodos com alta demanda.

Para estes casos (sazonais), o modelo de contrato seria o ideal para suprir a demanda, sem a necessidade de firmar um compromisso a longo prazo com o investimento no local. Por outro lado, se você precisa de uma mudança na infraestrutura que impacta a rotina de trabalho, talvez seja mais vantajoso optar pelo investimento.

 

Impacto das escolhas no fluxo de caixa

O fluxo de caixa sempre precisa ser considerado no processo, já que optar entre um investimento ou contrato impacta diretamente na gestão orçamentária. Ainda que a empresa tenha avaliado o investimento como a melhor opção, pode ser que o negócio ainda não esteja preparado para apostar nisso, sendo então o contrato uma alternativa.

A análise precisa ser feita com responsabilidade, de forma a não causar prejuízos – o que acarreta na necessidade de ajustes de rota no orçamento. Neste sentido, o uso de softwares no processo pode ser uma solução, pois auxilia na tomada de decisões mais assertivas – visualizando de maneira clara, quais os impactos que cada ação poderá ter no orçamento.

 

Decidir com auxílio de tecnologia

Escolher entre investimentos ou contratos é parte da rotina do gestor da área financeira de uma empresa. Esta é uma atividade que exige dedicação e várias análises, não apenas ao momento atual vivido pelo negócio, mas também para os planos de crescimento, já que a decisão pode influenciar nos esultados futuros.

Com o Software Plano, o desafio de acompanhar os impactos torna-se muito mais fácil. Isso porque, enquanto torna a gestão mais ágil com o gerenciamento em apenas uma plataforma, contribui com uma visão clara dos impactos com o recurso de criação de cenários.

As decisões tornam-se mais seguras e assim mais compreensíveis para justificar diante de todo planejamento.

 

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