Gestão orçamentária: A tecnologia onde o menos é mais

Gestão orçamentária: A tecnologia onde o menos é mais
Publicado em 23/08/2016 - Atualizado em 21/10/2020 | Planejamento Orçamentário

A expressão “menos é mais” é bem conhecida e muito verdadeira. Para várias situações do dia a dia, podemos usar tal frase para nos guiar em como nos portar. Seja na hora de se vestir, para não exageramos no traje, na hora de nos alimentar em um lugar mais requintado ou até mesmo no ambiente corporativo.

Na gestão orçamentária, não é diferente. Apesar de ser uma área que demanda muita responsabilidade e agilidade na tomada de decisão, com processos que exigem um alto grau de raciocínio matemático e que se torna muito maçante para vários gestores, é possível ter um gerenciamento mais dinâmico partindo do princípio onde o menos é mais.

O processo orçamentário realizado de forma convencional, demanda uma equipe maior e é demorado, dependendo do porte da empresa e do segmento em que ela atua. Em um momentos em que a situação externa é delicada, a atenção com o orçamento é redobrada e muitas vezes a expressão “menos é mais” é distorcida no intuito de uma contenção de despesas e os cortes são realizados onde não se deveria, fazendo com que a instituição sofra um impacto negativo ainda maior. 

 

É aí que a tecnologia entra como uma grande aliada

Com a escolha da ferramenta correta, o gestor tem mais controle financeiro de todos os centros de custo e unidades de negócio da empresa, realizando o planejamento orçamentário de forma precisa e muito mais assertiva, com um quadro mais enxuto e em menos da metade do tempo.

Se um orçamento levava 4 meses para ser realizado, com um software de gestão orçamentária o mesmo leva um mês. Se uma folha de pagamento levava 6 horas para ser processada, é possível fechá-la em 4 minutos.

Outra questão ligada a tal conceito, é a mobilidade. Muitos gestores precisam se deslocar entre vários lugares, realizar viagens, participar de reuniões externas e estar de olho em tudo que acontece, para tomar as decisões acertadas. Se hoje em dia utilizamos nosso smartphone para tantas coisas, por que não ampliar os recursos tecnológicos para um aplicativo que tenha armazenamento na nuvem e funcione via mobile também? É mais simples, mais prático e muito mais ágil.

 

Melhor e mais caro?

A pergunta que você pode estar se fazendo é: E a comercialização da ferramenta? Esta também não deveria estar inclusa na premissa do “menos é mais”? É claro que sim. Ainda vivemos em uma sociedade que pensa que o melhor é o mais caro. Mas nem sempre é assim. O melhor é aquele te oferece as melhores soluções.

Ao desenvolver um aplicativo de gestão orçamentária, não se pode pensar somente em proporcionar soluções para uma gestão financeira mais assertiva, segura e transparente. E nem somente em oferecer mais mobilidade e agilidade aos processos. É preciso desenvolver, por exemplo, uma ferramenta que possua uma implantação até 6 vezes mais rápida que os concorrentes, dispensando recursos de T.I.

Além disso, há modelos como o Plano, que não utiliza mais a ultrapassada venda de licenças. O Plano funciona como SAAS e os clientes o utilizam porque querem, até quando eles quiserem. A preocupação está em inovar constantemente, oferecendo um serviço de qualidade para que eles possam estar satisfeitos o bastante para indicar o software aos seus colegas e parceiros.

Portanto, o menos é mais. Menos investimento, menos tempo utilizado, menos pessoal envolvido e muito mais performance, assertividade e resultado. 

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